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951 m
725 m
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5,2
10,37 km

Vista 188 vegades, descarregada 16 vegades

a prop de Carvalho de Rei, Porto (Portugal)

Neste percurso, ao subir, vai deparar-se com dois dólmens do conjunto megalítico da Serra da Aboboreira. O primeiro, denominado Furnas 2, encontra-se numa pequena elevação, tendo-se a partir dele uma ampla visibilidade, observando-se a norte e a nordeste a Serra do Marão. Trata-se de um dólmen fechado, que integra o primeiro momento de construção deste tipo de monumentos na Serra da Aboboreira: entre finais do V e início do IV milénio A.C. O segundo, Meninas do Crasto 3, integra já um segundo momento construtivo que ocorreu nos inícios do IV milénio AC. As dimensões modestas e a laje de cobertura atribuem a este monumento uma certa graciosidade.

Locais de visita obrigatória, ao longo do percurso, são os aglomerados rurais de montanha – Aldeia Velha, Aldeia Nova, Pé Redondo – expressão singular do povoamento em altitude, de padrão concentrado que contrasta com a disseminação em pequenos lugares típica das terras baixas. Conservam uma arquitectura tradicional característica, frequentemente polarizada numa eira comum envolvida por conjuntos de espigueiros.
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Meninas do Crasto 3

Meninas do Crasto 3, integra já um segundo momento construtivo que ocorreu nos inícios do IV milénio AC. As dimensões modestas e a laje de cobertura, atribuem a este monumento uma certa graciosidade. Dólmen fechado, com tampa, colocada aquando da escavação. A abertura do estradão motivou a amputação da mamoa e o desaparecimento do esteio em falta.
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Igreja de Carvalho de Rei

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Aldeia Velha

Locais de visita obrigatória, ao longo do percurso, são os aglomerados rurais de montanha - Aldeia Velha, Aldeia Nova, Pé Redondo – expressão singular do povoamento em altitude, de padrão concentrado que contrasta com a disseminação em pequenos lugares típica das terras baixas. Conservam uma arquitectura tradicional característica, frequentemente polarizada numa eira comum envolvida por conjuntos de espigueiros.
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Capela de São Domingos

Aldeia Velha
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Aldeia do Castelo

Antes de iniciar o percurso pela Serra, sugerimos uma visita à singela aldeia do Castelo, cujo nome evoca ainda a memória da fortificação medieval entretanto desaparecida. No cimo do monte, junto à Capela da Sra. do Castelo, conserva-se ainda um friso Pré-Românico do templo medieval. Daí contemplam-se vastos horizontes sobre o vale do Fornelo e as encostas do Marão.
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Percurso 2

A utilização racional dos recursos é evidenciada pelos caminhos tradicionais, que servem muitas vezes de levadas por onde a água passa antes de chegar aos campos. Uma forma tradicional de adubar os terrenos, lavando as calçadas dos excrementos que o gado deixa ao passar nos caminhos das aldeias. Desta forma, os agricultores tradicionais transformaram um ambiente urbano, a priori pouco apetecível, num habitat muito semelhante às margens de um curso de água natural. A diversidade de plantas que se encontra nestes caminhos agrícolas e urbanos constitui um notável testemunho de que o Homem e a Biodiversidade não são incompatíveis. A chupadeira (Scrophularia herminii), espécie endémica do Noroeste da Península Ibérica; o urtigão (Urtica dioica), usado para engrossar sopas ou fazer esparregado; e o poejo (Mentha pulegium), espécie de hortelã com a qual é possível fazer uma infusão extremamente agradável, são algumas das plantas que pontuam esses caminhos. A artemísia-dos-ervanários (Tanacetum parthenium) e o marroio-negro (Ballota nigra) são duas plantas medicinais típicas destes ambientes. A primeira é uma planta originária da Ásia, tendo sido introduzida na Europa antes dos Descobrimentos devido às suas excelentes propriedades medicinais que incluíam o tratamento da febre. Nestas aldeias, é frequente depararmo-nos com a andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica), cuja presença é bem tolerada pelas populações, uma vez que esta ave se alimenta dos insectos indesejáveis, muito comuns em zonas com gado. Na envolvência destas aldeias existe uma cintura de hortas, lameiros e campos agrícolas, que tende a diminuir, efeito da desertificação do interior rural. Nos lameiros, autênticos repositórios de biodiversidade vegetal, poderá encontrar: juncos (Juncus effusus, Juncus acutiflorus) que ocorrem nos lameiros húmidos da base das encostas; o feno-de-cheiro (Anthoxanthum odoratum), a macela (Chamaemelum nobile) e a erva-lanar (Holcus lanatus), característicos dos lameiros pastados; ou a erva-nozelha (Arrhenatherum elatius subsp. bulbosum) que normalmente ocorre nos lameiros onde a acção antrópica é menos intensa.
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Cruzeiro

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Castelo Velho

Castelo roqueiro
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Pedra do Sol

Pedra de Sol um batólito granítico isolado, que por ter essa característica, funciona naturalmente como um relógio de sol. Este factor terá certamente influenciado a designação que lhe foi atribuída pelos pastores da Serra da Aboboreira.
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Carvalho

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Aldeia Nova?????????

Locais de visita obrigatória, ao longo do percurso, são os aglomerados rurais de montanha - Aldeia Velha, Aldeia Nova, Pé Redondo – expressão singular do povoamento em altitude, de padrão concentrado que contrasta com a disseminação em pequenos lugares típica das terras baixas. Conservam uma arquitectura tradicional característica, frequentemente polarizada numa eira comum envolvida por conjuntos de espigueiros.
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Elementos Naturais - Percurso 2

A utilização racional dos recursos é evidenciada pelos caminhos tradicionais, que servem muitas vezes de levadas por onde a água passa antes de chegar aos campos. Uma forma tradicional de adubar os terrenos, lavando as calçadas dos excrementos que o gado deixa ao passar nos caminhos das aldeias. Desta forma, os agricultores tradicionais transformaram um ambiente urbano, a priori pouco apetecível, num habitat muito semelhante às margens de um curso de água natural. A diversidade de plantas que se encontra nestes caminhos agrícolas e urbanos constitui um notável testemunho de que o Homem e a Biodiversidade não são incompatíveis. A chupadeira (Scrophularia herminii), espécie endémica do Noroeste da Península Ibérica; o urtigão (Urtica dioica), usado para engrossar sopas ou fazer esparregado; e o poejo (Mentha pulegium), espécie de hortelã com a qual é possível fazer uma infusão extremamente agradável, são algumas das plantas que pontuam esses caminhos. A artemísia-dos-ervanários (Tanacetum parthenium) e o marroio-negro (Ballota nigra) são duas plantas medicinais típicas destes ambientes. A primeira é uma planta originária da Ásia, tendo sido introduzida na Europa antes dos Descobrimentos devido às suas excelentes propriedades medicinais que incluíam o tratamento da febre. Nestas aldeias, é frequente depararmo-nos com a andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica), cuja presença é bem tolerada pelas populações, uma vez que esta ave se alimenta dos insectos indesejáveis, muito comuns em zonas com gado. Na envolvência destas aldeias existe uma cintura de hortas, lameiros e campos agrícolas, que tende a diminuir, efeito da desertificação do interior rural. Nos lameiros, autênticos repositórios de biodiversidade vegetal, poderá encontrar: juncos (Juncus effusus, Juncus acutiflorus) que ocorrem nos lameiros húmidos da base das encostas; o feno-de-cheiro (Anthoxanthum odoratum), a macela (Chamaemelum nobile) e a erva-lanar (Holcus lanatus), característicos dos lameiros pastados; ou a erva-nozelha (Arrhenatherum elatius subsp. bulbosum) que normalmente ocorre nos lameiros onde a acção antrópica é menos intensa.

Comentaris

    Si vols, pots o aquesta ruta.