Temps en moviment  3 hores 22 minuts

Temps  4 hores 31 minuts

Coordenades 2503

Data de pujada 27 / d’agost / 2018

Data de realització d’agost 2018

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334 m
99 m
0
3,6
7,2
14,32 km

Vista 170 vegades, descarregada 9 vegades

a prop de Ponte de Louza, Lisboa (Portugal)

Um trilho com grandes desníveis onde é possível explorar diversas grutas, ruínas e antas.
Para quem quiser pode também aproveitar uma paragem para um piquenique debaixo do carvalho centenário.
Cuidado para não deixar passar este desvio.
É uma tumba cuja construção ocorreu no período Neo-Calcolítico e faz parte de um conjunto de vários sítios arqueológicos dentro da mesma área de localização. Na localidade próxima foi encontrada evidência de uma vila cujas datas de ocupação são do Neolítico até a Idade Média. mais em: http://www.megalithic.co.uk/article.php?sid=36256
Foi descoberta e inicialmente explorada por Albuquerque e Castro em setembro de 1959 e depois totalmente escavada por uma equipa do Serviço Geológico de Portugal liderada por Veiga Ferreira e Camarate França durante duas campanhas: uma em novembro de 1959 e outra em outubro e dezembro de 1960 . É composta por um corredor sinuoso com uma largura média de 1 metro e um comprimento de cerca de 30 metros terminando numa pequena câmara. Sob o chão rochoso apresenta, junto da entrada da cavidade, diversas marmitas e fracturas que se encontravam preenchidas por terra rossa (com pedras calcárias e basálticas), indústrias pré-históricas (do Paleolítico superior) e ossos de fauna quaternária: ursos, felinos, Hienas, Lobos, Cavalos, etc. A pobreza de utensílios encontrados indicará que a Gruta das Salemas nunca deve ter servido de habitação permanente: inicialmente (no Paleolitíco) constituiria um obrigo temporário e, mais tarde (no Neolítico), uma necrópole. mais em: https://www.geocaching.com/geocache/GC294A3_diaclase-das-salemas?guid=50c7c0a0-15ec-4269-a1a3-9af11c3778c9
Segui um percurso existente que dizia para vir por aqui... não percebi por onde uma vez que a descida é a pique e não há qualquer caminho visível (pelo quando quando eu fui..)
Parque da Junta de Freguesia de Lousa
Antigo sanatório, cuja construção nunca foi concluída. O terreno, com 3.500 metros quadrados, foi doado em 1918 por Francisco de Almeida Grandella, em nome da “Sociedade dos Makavenkos” para a construção de um edifício destinado ao tratamento e internato temporário de doentes de tuberculose. Esta zona era particularmente apreciada e elogiada pelos “bons ares” e por isso existiram pelo menos cinco estruturas deste tipo. À solidariedade de Francisco Grandella juntou-se o arquitecto Rosendo Carvalheira que criou um grandioso projecto inspirado em motivos portugueses para o edifício. Os locais adoptaram-no como castelo, há quem lhe chame palácio, mas a estrutura imponente tem mais semelhanças com uma fortaleza. Ergue-se ali há quase uma centena de anos e encerra em si um bom punhado de histórias e de lendas. mais em: http://www.memoriaportuguesa.pt/sanatorio-albergaria-grandella
A Anta de Carcavelos é uma sepultura colectiva megalítica composta por uma câmara sepulcral de forma poligonal. É constituída por um conjunto de seis esteios em calcário in situ, cinco correspondentes à câmara e um outro possivelmente pertencente ao corredor. Junto ao monumento existem algumas lajes de calcário, uma de grande dimensão, que talvez seja a antiga cobertura da câmara. Dos estudos realizados em 1994, resultou a recolha de diverso espólio, nomeadamente instrumentos polidos dos quais se podem destacar pontas de seta, cerâmicas lisas e decoradas, pratos, objectos de adorno, entre outros artefactos.
Local escolhido por comunidades da pré-história recente
Também chamada Loca do Gato ou Gruta do Pego do Diabo. É uma pequena gruta na escarpa da Serra da Carva. Esta jazida foi inicialmente sondada pelo GEPP (Grupo para o Estudo do Paleolítico Português), em 1976, e depois escavada por J. Zilhão em 1988-89. É uma estreita galeria com cerca de 13 m de desenvolvimento que termina numa pequena câmara perpendicular com cerca de 2 m de comprido, separada por uma proeminência rochosa do tecto. O chão rochoso aflora à entrada mas afunda nitidamente em direcção ao interior. mais em: http://arqueologia.patrimoniocultural.pt/?sid=sitios.resultados&subsid=54626
Acho que não tinha água...

Comentaris

    Si vols, pots o aquesta ruta.