Temps  3 hores 57 minuts

Coordenades 2208

Data de pujada 7 / de maig / 2018

Data de realització de maig 2018

-
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131 m
29 m
0
3,8
7,6
15,21 km

Vista 355 vegades, descarregada 7 vegades

a prop de Carnide, Lisboa (Portugal)



Average speed in movement 4.4 Km/h
IBP 44
Climb rate 4 %
Stopped time 0:27:56 h
Maximum speed 13.95 Km/h



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Track ID 24685947: https://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=24685947

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Iniciadas as obras de canalização para a construção de um chafariz na Estrada de Benfica, em Julho de 1778, segundo projecto dos arquitectos das Águas Livres, Reinaldo Manuel dos Santos e Francisco António Ferreira Cangalhas, o chafariz edificado seguiu o modelo comum da época. Chafariz de espaldar,localizado no centro de uma praceta semicircular, caracteriza-se pela simplicidade, sobriedade e pureza das suas linhas, que traduzem um arquitectura civil de equipamento, neoclássica. Totalmente construído em cantaria de calcário, apresenta um espaldar alto, rematado por frontão em ângulo aberto, que desce numa curvatura suave até à ampla bacia de recolha das águas, rectangular com âgulos externos recortados e boleados, servida por duas bicas. O corpo central, emoldurado, ostenta tabela com a pedra de armas reais de D. Maria e surge ladeado por duas pilastras encimadas por pináculos. No pano murário convexo, de reduzida altura, onde se encontra implantado o chafariz, abrem-se duas portas laterais, de acesso a uma caixa cúbica de depósito de águas, com cobertura piramidal, localizada nas traseiras do mesmo.

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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7 May 2018

Pequeno chafariz de espaldar construído no final do séc. XVIII (1772), com projecto de Reinaldo Manuel dos Santos, segundo arquitecto das obras das Águas Livres, implantado perpendicularmente ao braço do aqueduto que o abastece. Traduzindo uma arquitectura civil de equipamento, neoclássica, é composto por um pequeno espaldar de remate curvo, dividido em três módulos:o central, mais elevado, ostenta uma tabela com a pedra de armas reais de D. José, enquanto que os laterais funcionam como emolduramento. A este corpo encontra-se adossado, na parte inferior frontal, um tanque, de tamanho reduzido, complementado por um outro, maior e mais comprido, ambos rectangulares e de bordos arredondados, servidos por uma bica instalada na base do módulo central.

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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7 May 2018

Chafariz público construído com permissão real e por iniciativa de Gérard Devisme, burguês pombalino, que dominou o comércio do pau-brasil até 1791, com o objectivo de encanar para o seu palácio umas águas que tinha descoberto e pago às suas custas. Em 1784, a construção do chafariz, com o seu encanamento até ao Aqueduto das Águas Livres, estava terminada. No entanto, somente em 1787, um alvará concede um anel de água do aqueduto ao chafariz, com a condição de, em caso de falta de água, este ser preterido relativamente aos chafarizes de maior necessidade pública. Este chafariz de espaldar, de gosto neoclássico, sobressai pela diferença em relação aos chafarizes edificados pelos arqs. das Águas Livres. De grande simplicidade encontra-se ligeiramente rebaixado em relação à actual estrada, integrando-se plenamente nos muros da quinta, alinhando pela linha de topo, onde se abre em balaústres. Organiza-se em 3 corpos, verticalmente delimitados por pilastras rusticadas, estando o central, o do chafariz propriamente dito, um pouco avançado e pontuado no seu eixo vertical por um obelisco, ladeado por 2 urnas. A sua fachada ostenta uma tabela com lacrimários, abaixo da qual 2 golfinhos relevados, de caudas entrelaçadas, jorram água para um tanque rectangular, de recorte simples.

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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7 May 2018

A rainha D. Maria I mandou, por provisão de 12 de Dezembro de 1791, os directores da Real Obra das Águas Livres estudarem as nascentes que pudessem vir a abastecer chafarizes nas estradas da Convalescença e das Laranjeiras. Os moradores da zona já várias vezes tinham pedido à Direcção da Real Obra a construção de chafarizes ou fontes nestes locais. O Chafariz das Laranjeiras foi edificado em menos de três anos após estes estudos, enquanto o Chafariz da Convalescença demorou mais tempo, somente foi concluído em 1817. Era abastecido com água do Aqueduto. O seu encanamento vinha desde São Domingos de Benfica encostado ao muro da Quinta da Senhora Infanta D. Isabel Maria. Este encanamento entupia-se muitas vezes por causa das raízes, por isso a Câmara, em 1849, ordenou a execução de um novo encanamento com 1846 palmos. Custou 18 961$423 réis. Os seus sobejos eram para o Conde de Farrobo, filho do Barão Joaquim Pedro Quintela. Na sua decoração ostenta as armas reais de D. João VI. Tem um só tanque com duas bicas.

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7 May 2018

Este chafariz, também conhecido como Chafariz da Cruz das Almas, pela sua localização inicial no centro de uma pequena praceta junto à referida Cruz das Almas, surge actualmente encostado ao forte pilar entre os dois grandes arcos do Aqueduto das Águas Livres, sendo alimentado pela água da galeria de Santa Ana, em Campolide. Edificado numa época mais avançada, 1823, retoma, no entanto, um modelo de pequenos chafarizes de desenho simplificado, projectados por Reinaldo Manuel dos Santos.Trata-se de um pequeno chafariz de encosto, com espaldar limitado lateralmente por pilastras, cujo remate superior contracurvado surge coroado por uma urna sob a forma de bola. Abaixo do remate, o espaldar ostenta uma tabela com a inscrição da data de construção do chafariz, 12 de Outubro de 1823, eAGOAS LIVRES. A marca de posse camarária e o nº do chafariz foram inscritos mais tardiamente, em 1890. No plano inferior da tabela é visível a guarnição de duas franjas decoradas com lacrimais.

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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7 May 2018

Construído entre 1753 e 1754, segundo risco de Carlos Mardel, a sua estrutura arquitectónica setecentista, de cenografia barroca, segue o esquema geral de outros chafarizes mardelianos. Em pedra lioz, trata-se um chafariz de espaldar (zona nobre do conjunto), encostado a um pano murário, surgindo decorado simetricamente, recorrendo a aletas, delimitado lateralmente por 2 pilastras rusticadas com lacrimais, rematado por um pequeno frontão triangular coroado por urnas e encimado por arco de volta perfeita, formando um nicho, gradeado a ferro e integrado na balaústrada do Palácio dos Duques de Palmela. A água corre em 2 níveis, um mais elevado, onde um tanque poligonal recebe água de 2 bicas destinadas a particulares e aguadeiros, e um tanque de proporções menores, ao nível térreo, utilizado para bebedouro dos animais. Este chafariz era alimentado por um encanamento especial, que saía directamente da Mãe de Água das Amoreiras. Implantado harmoniosamente na confluência da Rua do Salitre e da actual Rua da Escola Politécnica, o seu aspecto monumental e cenográfico foi esbatendo-se até aos nossos dias, passando, hoje, despercebida a sua importância como mobiliário urbano,perdido num canto do Largo do Rato.

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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7 May 2018

Este pequeno chafariz de encosto, implantado junto ao Arco de S. Mamede, revela uma clara influência do modelo de chafariz ligado ao aqueduto, introduzido pelo arq. Reinaldo Manuel dos Santos. Segundo projecto do arq. Honorato José Correia de Macedo e Sá foi construído por ordem da Direcção das Águas Livres de 12 de Junho de 1805, sendo alimentado pelas águas provenientes da Galeria da Esperança, da Água Livre, através da Casa do Registo das Amoreiras. Integralmente em cantaria de calcário, o seu pequeno espaldar de encosto, rematado em cortina, surge limitado lateralmente por pilastras, que servem de moldura às duas tabelas recortadas do corpo central. Servido por duas bicas,instaladas na zona inferior de cada pilastra, estas vertem água para dois tanques simétricos, de pequenas proporções e forma quadrangular.

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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2018

Construído junto ao Arco da Rua de S. Bento (já demolido e reconstruído na Praça de Espanha), respondendo a uma ordem da Direcção das Águas Livres de 12 de Junho de 1805, manteve-se nesse local até 1838, altura em que foi transferido para o início da Rua do Monte Olivete, junto à Praça das Flores.Chafariz de planta poligonal, baixo, que não é de encosto, caracterizado pela sua simplicidade, sobriedade e alguma monumentalidade evidenciada pelo seu ritmo ondulante, traduzido num equilíbrio e simetria entre uma sucessão de concavidades, cujas esquinas surgem rematadas por pilastras com capitéis neoclássicos, coroados por pináculos decorativos, que se assemelham a urnas ou pinhas. Destaca-se, na frente principal do chafariz, um painel elegante, com moldura recortada, brasonado com as armas reais de Setecentos, rematado por um frontão em arco quebrado, semelhante a uma chaveta, e ladeado por 2 das pilastras já referidas, apresentando uma bacia de recepção de águas, ampla, que percorre toda a base frontal.

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7 May 2018

Pequeno jardim romântico, foi plantado em 1882 no local onde, entre 1809 e 1835, se realizava a Feira da Ladra. Em 1882 este espaço (junto ao então Passeio Público), não passava de uma pequena praça semi-abandonada, atravessada na colina, ideal para receber um pequeno jardim à maneira romântica. Também denominado Jardim da Praça da Alegria, deve o seu nome ao pintor e compositor Alfredo Keil, autor da música do hino nacional, cujo busto se encontra representado numa escultura de Teixeira Lopes. Também podemos encontrar várias árvores classificadas de interesse público.

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7 May 2018

O Chafariz do Intendente construído, entre 1823-1824, no Largo do mesmo nome, junto à Fábrica de Cerâmica Viúva de Lamego, manteve essa localização até 1917, quando por exigências do trânsito foi transferido para o presente local, na esquina da Rua do Desterro com frente para a Rua da Palma, daí ser, também, conhecido por Chafariz do Desterro. A ideia e os primeiros esforços para a sua edificação partiram do Intendente Geral da Polícia, os quais vieram a concretizar-se segundo projecto conjunto dos arqs. Henrique Guilherme de Oliveira e Honorato José Correia de Macedo e Sá. Classificado como Imóvel de Interesse Público, traduz um volume paralelepipédico, em calcário branco, servido por 2 bicas que vertem água para os respectivos tanques semicirculares, que enquadram um tanque central rectangular. De inspiração neoclássica, a sua frontaria, valorizada por um conjunto de tabelas repetidas, recortadas e variadas, apresentando na tabela central da série superior a inscrição: AGOAS LIVRES/ANNO DE/1824, surge definida por pilastras toscanas simples e delimitada lateralmente por cunhais de aparelhamento rústico. Sobre a cornija assenta o entablamento rematado, nos ângulos, por 2 pináculos cantonais de base quadrangular, e, no centro, por frontão curvo interrompido por uma esfera armilar, sobrepujada pelas armas nacionais, em tempos coroada. A água deste chafariz era-lhe fornecida pelo Aqueduto das Águas Livres através da Galeria do Campo de Santana.

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7 May 2018

Este chafariz foi inaugurado em 1848, em Belém,no sítio do Chão Salgado, por iniciativa camarária, com projecto do arq. Malaquias Ferreira Leal. Na sua construção foram utilizados elementos escultóricos do Chafariz do Campo de Santana, que nunca chegou a ser construído, nomeadamente 4 golfinhos da autoria do escultor Alexandre Gomes. Por ocasião da Exposição do Mundo Português, em 1940, o chafariz foi retirado do local original e mais tarde, em 1947, reutilizado no Largo do Mastro, ao Campo de Santana. Chafariz elegante, de boa cantaria, em forma de obelisco, que apresenta uma urna de curvas reintrantes e de 4 faces, das quais emerge, respectivamente, um golfinho com a função de bica. A rematar este núcleo decorativo eleva-se uma alta pirâmide haxagonal, estriada, cintada por faixa lisa a um terço de altura, coroada por uma pinha.

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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7 May 2018

Este chafariz data de 1840, altura em que foi transferido do topo superior do desaparecido Passeio Público, actual Praça da Alegria, então designada de Cotovia de Baixo. Contendo águas da distribuição, vindas da Casa da Água das Amoreiras, é alimentado através de uma derivação da galeria, que tendo como ponto de partida a Mãe d'Água das Amoreiras, vinha abastecer o Chafariz de São Pedro de Alcântara. Trata-se de uma construção simples, de pedra aparelhada, formada por uma caixa de água paralelepipédica, delimitada lateralmente por duas pilastras levemente salientes, pontuada por dois amplos janelões, com fortes grades de ferro, dispostos simetricamente no plano frontal do chafariz.

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7 May 2018

Localizado no subsolo da Praça do Príncipe Real, foi projectado em 1856 pelo eng. francês Mary. Construído entre 1860 e 1864 para servir a rede de distribuição de água da zona baixa da cidade, o reservatório com capacidade de 880m3 tem 31 pilares com 9, 25 metros de altura, onde assentam diversos arcos em cantaria que sustentam as abóbadas. Sobre estas, já no exterior, existe um lago com repuxo. A localização do reservatório e a sua ambiência interior levaram a que a EPAL, com o apoio da Sociedade Lisboa 94, concretizasse um projecto de recuperação, da autoria do Arquitecto Mário Varandas Monteiro, distinguido com o Prémio Eugénio dos Santos (Reabilitação Urbana) em 1995, pelo qual foram criadas condições de visita e realização de actividades culturais, estando particularmente vocacionado para espectáculos de bailado, lançamento de livros, mostras de moda, exposições de fotografia, pintura e escultura. Tem uma capacidade para 350 pessoas.

Horário
3ª feira a sábado | 10h00-17h30.
Encerra domingo, 2ª feira e feriados
Visitas guiadas | 4ª feira e sábado | 11h00 e 15h00

Sítio da Câmara Municipal de Lisboa: equipamento
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7 May 2018

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