Temps  3 hores 3 minuts

Coordenades 746

Data de pujada 20 / de setembre / 2013

Data de realització de setembre 2013

  • valoració

     
  • informació

     
  • Fàcil de seguir

     
  • Entorn

     
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470 m
175 m
0
2,6
5,2
10,34 km

Vista 4089 vegades, descarregada 110 vegades

a prop de Malveira da Serra, Lisboa (Portugal)

Este percurso inicia-se na Malveira da Serra e vai percorrer um trilho que nos conduzirá à Pedra Amarela – um excelente ponto para contemplar as vistas panorâmicas sobre Lisboa, Tejo, Linha do Estoril, Cascais até ao Guincho. Vamos ainda passar na Peninha, na Ermida de São Saturnino, datada do século XII e vetada ao abandono. A partir deste ponto retomarmos o nosso caminho de regresso.
A 13 Km de distância da sede de concelho, a Peninha coroa um dos últimos montes da Serra a Ocidente, sobranceiro ao Cabo da Roca. Aqui poderá o visitante disfrutar de um dilatado panorama, a uma altura de 486 metros. Lugar sagrado desde tempos imemoriáveis, sabe-se que no século XII já existia por lá a ermida de São Saturnino, por quanto D. Paio Peres, signifer e companheiro de D. Afonso Henriques, depois da morte do monarca solicitou a D. Sancho I autorização para se isolar na dita ermida. Visita obrigatória merece a Capela de Nossa Senhora da Conceição, fundada em finais de seiscentos por Frei Pedro da Conceição, que comporta um aprimorado conjunto de mármores e azulejos do início do século XVIII. Na ilharga da Capela ergue-se o misterioso palacete romântico-revivalista mandado construir pelo rico António Carvalho Monteiro, no ano recente de 1918, mas que beneficia do contexto ambiencial, integrando-se perfeitamente na ancestralidade do local.
A LENDA DA PEDRA AMARELA Existe, no meio da serra de Sintra um penedo elevado a prumo, caprichosamente, pela Natureza, ou produzidos pelas convulsões vulcânicas do terreno em tempos ignotos, anda ligada à seguinte lenda: Dizia-se em tempos que por baixo de tal pedra havia um tesouro escondido (um tesouro encantado) que pertenceria a quem fosse capaz de derrubar o penedo , atirando-lhe com ovos. Uma velha meteu então na cabeça que esse tesouro havia de lhe pertencer. Para tal, começou a juntar tantos ovos quantos podia. Quando achou que já tinha uma boa provisão, deu início à sua ingénua tarefa. Carregou todos os ovos para as imediações do penedo, e meteu mãos à obra. Um a um, com quanta força dispunha, ia arremessando os ovos contra o penedo. Quando já não lhe restava nenhum, terrível decepção! O penedo continuava erecto e firme, lavado com ovos! E foi assim que, em vez de cair por terra, o penedo, pondo a descoberto o maravilhoso tesouro, caíram por terra desfeitos todos os sonhos e todas as esperanças da pobre velha! E ainda hoje, o povo sempre propenso ao maravilhoso, julga ver nos musgos amarelados que cobrem o penedo, as gemas dos ovos que a velha contra ele arremessou.

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